Introdução
Essa é uma das perguntas mais comuns — e também uma das mais difíceis de responder com um único número. O custo de um vídeo institucional em Porto Alegre pode variar bastante, dependendo de fatores criativos, técnicos e estratégicos. Entender esses fatores é essencial para investir melhor e evitar frustrações ao longo do processo.

O que define o custo de um vídeo institucional?
1. Objetivo do vídeo
Um vídeo institucional pode servir para posicionamento de marca, vendas, endomarketing, recrutamento ou apresentação institucional. Quanto mais estratégico for o objetivo, maior tende a ser o nível de planejamento envolvido.

2. Complexidade criativa
Roteiros mais elaborados, narrativa cinematográfica, múltiplas locações ou uso de atores impactam diretamente o orçamento. Vídeos mais diretos, com entrevistas ou captação em estúdio, tendem a ser mais enxutos.

3. Tempo de gravação
Uma diária simples de gravação custa menos do que produções que exigem múltiplos dias, deslocamentos ou logística complexa.

4. Estrutura técnica
Equipamentos de câmera, lentes cine, iluminação profissional, drones, captação de áudio e pós-produção especializada influenciam o valor final.

5. Pós-produção
Edição, motion graphics, animação, color grading e trilha sonora são etapas fundamentais — e muitas vezes subestimadas no orçamento.

Valores médios praticados
Em Porto Alegre, um vídeo institucional profissional pode variar, de forma geral, entre produções mais simples até projetos mais robustos, com narrativa elaborada e acabamento cinematográfico. Mais importante do que o preço isolado é entender o retorno que esse vídeo vai gerar.

Conclusão
Um bom vídeo institucional não é custo — é investimento. Quando bem pensado, ele comunica, posiciona e gera valor para a marca por muito tempo. Antes de perguntar “quanto custa”, a pergunta mais estratégica é: o que esse vídeo precisa resolver?



